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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

O estudo de imagens de ressonância magnética funcional utiliza um íman para recolher sinais procedentes do sangue oxigenado e pode mostrar a actividade cerebral mediante aumentos no fluxo de sangue local. O ultra-som Doppler Duplex e a arteriografia são duas técnicas de imagens de diagnóstico utilizadas para decidir se uma pessoa beneficiaria de um procedimento cirúrgico chamado endarterectomía carótida.  

Esta cirurgia se utiliza para eliminar depósitos gordurosos das artérias carótidas e pode ajudar a evitar um AVC (VOU TRATAR NA PARTE CIRURGICA MUITO BREVEMENTE DADA A COMPLEXIDADE E TECNICIDADE QUE SÓ TEM INTERESSE AOS COLEGAS E ESSA É FEITA NOS CONGRESSOS DA ESPECIALIDADE). 

O ultra-som Doppler é uma prova não invasiva, que não produz dor, em que se enviam ao pescoço ondas sonoras acima da gama que permite escutar o ouvido humano. Os ecos do sangue em movimento e do tecido na artéria podem converter-se numa imagem. O ultra-som é rápido, sem dor, livre de risco e relativamente pouco custoso em comparação com a angiografia de ressonância magnética e a arteriografia. Mas o ultra-som não se considera tão exacto como a arteriografia. A arteriografia é uma radiografia da artéria carótida tomada quando se injecta na artéria, uma tinta (prefiro usar esse nome que contraste para compreensão) especial.  

O procedimento tem o seu próprio risco ainda que pequeno, que é o de ocasionar um AVC (CUIDADO DE NOVO NESTE PONTO) e é custoso de realizar. Os benefícios da arteriografia em comparação às técnicas de ressonância magnética e ao ultra-som são os de que é muito confiável e ainda segue sendo a melhor forma de medir a estenose das artérias carótidas. Mesmo assim, estão-se fazendo avanços significativos cada dia relacionados com as técnicas de imagens não invasivas, tais como as imagens de ressonância magnética funcional (DESENVOLVEREI NA ÁREA CIRÚRGICA). 

Prof. Doutor Carlo Bourbon Parma


4 Respostas para “RESSONÂNCIA MAGNÉTICA”


  1. 1 Anabela Filipa
    Julho 3, 2008 às 9:19 pm

    Bem, eu tenho uma dúvida. É assim, tenho uma pessoa da minha família que teve há um ano atrás um avc, mas ao qual dizem ter sido pequeno e não houve efeitos secundários nenhuns (pelo menos visíveis). Dizem também que essa pessoa teve ao mesmo tempo também um infarte do miocardio, ou uma coisa parecida. Eu gostava que o Drº me respondesse se isso é uma coisa muito grave e se ao dois anos poderá vir a repetir-se e levar a consequências fatais?
    Responda em breve por favor, com os melhores cumprimentos da Anabela Filipa!

  2. 2 Suely Melges
    Outubro 24, 2008 às 12:30 pm

    Bem, eu tive um AVC e não fiquei com sequela alguma,
    faz apeans 3 meses, os medicos disse que foi um AVC
    TRANSITORI tenho duvidas:
    sera que não teri nenhum problema futuro, afinal tenho
    apenas 41 anos os medicos disse que é grave mais não disse o quanto´
    ainda tomo varios remedios afinal terei um outro AVC?

  3. Dezembro 3, 2008 às 1:42 pm

    Sou estudante Biomédico do Curso de Pós Graduação do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), e estou realizando um estudo sobre o Papel da Ressonância Nuclear Magnética no Acidente Vascular Encefalico (AVE ou AVC)e gostaria de saber se à algum problema em utilizar seu BLOG como referência Bibliografia no meu Trabalho de COnclusão de Curso, onde seria de grande valia para meu estudo.

    Aguardo Resposta.

    Obrigado

  4. 4 Carmen gimenes vischi
    Janeiro 31, 2009 às 5:08 pm

    No Mes de Dezembro 08 tive dois episodios de ataque isquemico transitorio ,fiquei hospitalizada nos dois casos por periodos de pelo menos 48 horas cada caso.Sinto apenas diminuida a força do meu braço dirito e que as vezes parece que minha boca esta amarrada para falar.Tenho 33 anos e sou hipertensa e estou acima do peso mas mudei completamente a rotina de vida.Tomo aas ,plavix e vytorin.sera que terei um avc mais significativo no futuro?


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